Pular para o conteúdo principal

Postagens

O que muda na comunicação para igrejas pós-pandemia? Veja sete lições trazidas pela crise da Covid-19

  A comunicação para igrejas foi diretamente afetada pela pandemia do novo coronavírus. A chegada da Covid-19 impediu a realização dos cultos presenciais e impôs uma série de  desafios às igrejas de todo o Brasil , que precisaram se adaptar a essa nova realidade.  No entanto, como toda crise, a pandemia também trouxe oportunidades para inovação. As igrejas perceberam que, com o suporte do ambiente digital, é possível estar próximo apesar da distância. Agora, com a retomada parcial das atividades presenciais, é o momento de avaliar o que deve mudar na comunicação para igrejas pós-pandemia. Nas próximas linhas, confira sete lições trazidas pela crise da Covid-19. 1. O digital veio para ficar A pandemia do novo coronavírus mostrou que a migração das igrejas para o ambiente digital é uma necessidade. Com a adoção do isolamento social, que inviabilizou os cultos presenciais, igrejas de todo o Brasil precisaram recorrer a lives,  webinars  e videoconferências para manter suas atividades.  No
Postagens recentes

Estevam Hernandes: "Se você está na Renascer e é PT, é esquerda, amém".

  Estevam Hernandes, líder da igreja evangélica fundada em 1986 em São Paulo, já votou em Lula e agora apoia Jair Bolsonaro Foto: Reprodução/Instagram NEWSLETTER: ASSINE   TELEGRAM: INSCREVA-SE FACEBOOK   WHATSAPP   TELEGRAM   TWITTER   LINKEDIN   E-MAIL Estevam Hernandes , líder da  Igreja Renascer , disse à Folha que  “estamos vivendo a república do ódio, e aí fica muito complicado falar sobre tolerância” . Ele disse que considera  “absurdo”  chamar Jair Bolsonaro de  “genocida” . “Sabe, acho sinceramente um absurdo, um absurdo, pegar um homem e falar que ele é genocida dentro de uma pandemia.” Hernandes , que já votou em Lula e hoje está com Bolsonaro, afirmou ao jornal paulista que dificilmente a esquerda reconquistará a maioria evangélica. Mas ele tentou evitar a polarização. “Se você está na Renascer e é PT, é esquerda, amém. (…) Às vezes as pessoas falam, ‘Deus não é de direita nem de esquerda, Deus é amor’.” Fonte: Site O Antagonista.

Uma análise sobre a crise espiritual da igreja evangélica nos Estados Unidos (Parte 2)

  O que explica essa queda abrupta, vertiginosa e contínua da igreja evangélica nos Estados Unidos nos últimos 30 anos, evidenciada pelos dados que apresentamos no meu último artigo?   Creio que há um consenso que resume tudo: os Estados Unidos estão em decadência moral e espiritual, e isso não é de hoje. Há quem acredite que por volta de 1950 a semente dessa decadência começou a ser plantada, já que várias vozes no meio evangélico se levantaram nesse período denunciando tendências perigosas que estavam começando a se formar naquela época no meio evangélico. Só a título de amostra, podemos lembrar dos artigos-alertas de A. W. Tozer (1897-1963) nesse período, publicados posteriormente em livro, como é o caso de  The Root of the Righteous , de 1955; e da obra  Why Revival Tarries , de Leonard Ravenhill (1907-1994), publicada em 1959 (Essas obras foram publicadas décadas depois em nosso país sob os títulos  A Raiz dos Justos  e  Por que Tarda o Pleno Avivamento? , respectivamente). Outros

Uma análise sobre a crise espiritual da igreja evangélica nos Estados Unidos (Parte 1)

De 1990 para cá, enquanto o evangelho tem experimentado um verdadeiro “boom” de crescimento nas Américas Central e Sul, no continente africano e na Ásia, o que se vê nos Estados Unidos é uma queda vertiginosa. E essa queda, frise-se, não é só em relação aos evangélicos: é uma queda do cristianismo ali de forma geral, de 1990 para cá, e de forma impressionante. Vejamos primeiro o caso específico dos evangélicos, que é o que mais nos toca.   Em 1990, os evangélicos eram 60% da nação. Em 2007, eles eram 51%; em 2012, 48%; em 2014, 47%; em 2018, 43%; e em 2021, 40%. Veja: de 1990 a 2021, em apenas 31 anos, os evangélicos nos EUA caíram de 60% da população para, segundo o levantamento do Instituto Gallup publicado em março deste ano, apenas 40% (sic). Isso é uma queda de um terço em apenas três décadas! Isso é maior, por exemplo, do que a queda do catolicismo no Brasil.   Em 1970, os católicos eram 91,8% da população brasileira; e em 2010, 64,6% – ou seja, uma queda de 29,6% em quatro décad

SUBSIDIO LIÇÃO 4 ADULTOS EBD - Pr. Juber Donizete

Subídio para Lição nº 04 da EBD - Elias e os profetas de Aserá e Baal

  O episódio que envolveu Elias e os profetas de Baal nos faz pensar sobre a crise espiritual e moral que assola o sistema religioso evangélico e político no Brasil. UMA PALAVRA SOBRE “SISTEMAS” Estar (fisicamente) num sistema, não significa necessariamente "ser" (essencialmente ou ideologicamente) deste sistema. Numa perspectiva macro, Jesus falou disso em João 17.14-18, onde substituirei no texto o termo "mundo" (macrossistema, caído e influenciado por satanás) por "sistema" (organizações religiosas, corporativas, políticas, etc., microssistemas influenciados pelo macrossistema): Eu lhes tenho dado a tua palavra, e o "sistema" os odiou, porque eles não são do "sistema", como também eu não sou. Não peço que os tires do "sistema", e sim que os guarde do mal. Eles não são do "sistema", como também eu não sou. Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao "sistema", também e

Subsídio para EBD, lição 02 de jovens - Oséias, o casamento como reflexo da comunhão com Deus

  Oséias  ou  Oseias  (em  hebraico : הוֹשֵׁעַ,  transl.   Hošea ʿ ,  tib.   Hôšēă ʿ , "Salvação do/é  o  Senhor "; em  grego :  Ὠ σηέ, transl.  Ōsēe ) foi um personagem  bíblico , e um  profeta  em  Israel  no  século VIII a.C. , filho de  Beeri [1] . É um dos  Doze Profetas  da  Bíblia hebraica   judaica , também conhecidos como  profetas secundários  no  Antigo Testamento   cristão . Viveu no  Reino do Norte  durante os reinados de  Uzias ,  Jotão ,  Acaz  e  Ezequias , reis de Judá, e de  Jeroboão, filho de Joás , rei de Israel, entre  780  e  725 a.C. . Em Oséias 5:8 existe uma referência às guerras que levaram à captura do reino pelos  assírios , ocorrida em torno de 734-732 a.C.; não se sabe ao certo se Oséias teria também vivido a destruição de  Samária , que é prevista em Oséias 13:1. A vida familiar de Oséias refletia a relação "adúltera" que Israel havia construído com os deuses  politeístas . Os nomes de seus filhos lhes transformaram em profecias ambula