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Mostrando postagens de Novembro 14, 2010

O menino que morreu, foi ao céu e voltou para contar a história

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Experiências de quase morte são controversas. Já foram analisadas e estudadas exaustivamente, sem que haja uma palavra final sobre o assunto. Para alguns não passa de alucinação, para outros é algo profundamente espiritual. Nos últimos dias tem se debatido muito, nos Estados Unidos, a história de Colton Burpo. Quando este filho de um pastor metodista do Nebraska tinha quatro anos (em 2003), teve uma apendicite que foi diagnosticada errada. Assim que os médicos descobriram o que havia ocorrido, ele foi submetido a uma operação de emergência. Ele não resistiu, disseram os médicos, e ele foi dado como morto. (A foto acima é de Colton e seu pai Todd Burpo). Deitado na cama de um hospital, o menino narra que pode ver sua alma subindo até o céu. Ele descreve que viu e ouviu o que seu pai orava e o que sua mãe fazia nos corredores do hospital. Chegando ao céu, encontrou seu bisavô e conversou com a irmã mais velha que nunca conheceu, pois sua mãe teve um aborto espontâneo, assuntos que el

Mackenzie publica em site texto que ataca lei anti-homofobia

A Universidade Presbiteriana Mackenzie publicou ontem em seu site um artigo em que o líder religioso da instituição se posiciona contra a aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, que propõe a criminalização da homofobia. No texto, retirado do ar minutos depois, o chanceler Augustus Nicodemus Gomes Lopes diz que "ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo não é homofobia" e que "tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas orientações de falarem, pregarem e ensinarem sobre a conduta e o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais". Para protestar contra o Manifesto Presbiteriano sobre a Lei da Homofobia, grupos do movimento LGBT convocaram um ato para a próxima quarta-feira, 24, em frente ao câmpus do Mackenzie na região central de São Paulo. O Diretório Central dos Estudantes (DCE) da universidade também se diz contrário à carta do chanceler. A chancelaria representa a entidade mantenedora - Institut

E agora? Está tudo errado? Vamos por abaixo e começar de novo?

Recentemente li dois livros de Frank Viola: “Cristianismo Pagão” e “Conversa com os Pastores”, ambos podem ser baixados pela internet. A leitura desses livros dão uma visão crítica dos 1700 anos de história do Cristianismo, ou seja, de Constantino pra cá. E, ele não está sozinho com esse pensamento, pois já li inclusive livros de história da igreja, que consideram o seguinte: Primeiro houve a igreja primitiva, que vai até cerca de 313, quando o Imperador Constantito decreta o fim das perseguições aos cristãos. Segundo essa linha de pensamento, a igreja cristão se desviou, deturpou depois disso, vindo a se tornar a igreja romana. Com exceção de alguns pontos isolados, como os valdenses, a história cristã só volta a girar em 1517, com a Reforma Protestante. Ou seja, segundo essa interpretação, houve um hiato de 1200 anos na história da igreja. No entanto, deve-se lembrar que o Cristianismo tem 2.000 anos de história. Não começou com os neopentecostais de 30 anos para cá, nem com o movime