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Mostrando postagens de Setembro 29, 2019

Igreja Católica busca fiéis na África e na Ásia para atenuar declínio no Ocidente

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Católicos em Tacloban, nas Filipinas, em 2014. JULIÁN ROJAS Catolicismo perdeu força na Europa e na América por causa dos escândalos, da falta de espiritualidade e da irrupção de novas correntes dentro do cristianismo O futuro das religiões será decidido nos próximos 20 anos em dois continentes. A batalha é  travada palmo a palmo , mas a China e grande parte da África subsaariana são agora os pontos estratégicos que podem mudar o status quo da espiritualidade. Nenhum movimento é casual. O  Papa  viajará antes do fim do ano para o Japão e três países africanos: Moçambique, Ilhas Maurício e Madagascar. Nos últimos tempos, viajou para Mianmar, Bangladesh, Quênia, Uganda e Filipinas. Viajou porque foi convidado. Mas a questão de fundo lembra também que são as regiões onde o catolicismo está crescendo mais e onde a Igreja acredita que poderá atenuar a hemorragia que sofre na Europa e na América. Os dados do anuário do  Vaticano  não parecem tão alarmantes. Em parte porque sã

Cerca de 35 milhões de jovens podem deixar o cristianismo até 2050, diz estudo

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Cerca de 35 milhões de  jovens  criados em famílias cristãs podem abandonar o cristianismo até o ano 2050. Um  novo estudo  intitulado “A Grande Oportunidade” foi lançado recentemente e estima que pelo menos 35 milhões de jovens criados em lares cristãos abandonarão a  fé  até 2050 e, em um “pior cenário”, 42 milhões de jovens se desassociarão do cristianismo. Se 35 milhões de jovens abandonarem a fé, o cristianismo nos EUA representará 59% da população até 2050, em comparação com 73% hoje, e 30% da população não terá religião. Se esse número subir para 42 milhões de jovens, a população cristã diminuirá para 54% e o número de americanos não afiliados religiosa aumentará para 35%. “O ponto principal: os próximos 30 anos representarão a maior oportunidade de missões na história da América”, afirmou o relatório. “É a maior e mais rápida mudança numérica da afiliação religiosa na história deste país.” O relatório continuou: “Embora seja difícil encontrar dados claros, até onde s