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Mostrando postagens de Junho 21, 2020

SOBRE OS 109 ANOS DA IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS E A CRÍTICA DO PR. MARCOS GRANCONATO

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus completou 109 anos no dia 18 de junho de 2020. Nesse período ela se tornou a maior denominação evangélica do Brasil. Juntamente com a Congregação Cristã do Brasil, foram as primeiras igrejas pentecostais brasileiras. Mas aí, justamente no dia em que as Assembleias de Deus comemoraram 109 anos de sua fundação no Brasil, deparei, nas redes sociais, com uma das críticas mais indignas e reprováveis que li, em toda a minha vida, sobre a igreja em que sou membro desde o dia 13 de dezembro de 1981, e que tenho a honra de servir como pastor. Reproduzo a crítica abaixo: “109 ANOS! Fraudes, heresias, desvios, escândalos, regrinhas tolas, ignorância doutrinária, sermões vazios, brigas políticas, perseguição aos crentes sérios, divisões, cultos baderneiros, línguas falsas, profecias inventadas, curas mentirosas, ataques à ortodoxia, infiltração desonesta em igrejas sérias, pastores despreparados, superstições… Não há muito que comemorar!” Gr

Bispos e pastores da Universal em Angola tomam controle de templos e rompem com direção brasileira

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Gilberto Nascimento - De São Paulo para a BBC News Brasil BBC News Brasil há 6 horas A Universal é liderada pelo bispo brasileiro Edir Macedo e está presente hoje em mais de 95 países Um grupo de bispos e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola informou ter assumido na segunda-feira (22/6) o controle de 35 templos da instituição em Luanda e cerca de 50 em outras províncias do país, como Lunda-Norte, Huambo, Benguela, Malanje e Cafunfo. A Universal é liderada pelo bispo brasileiro Edir Macedo e está presente hoje em mais de 95 países, com cerca de 10 mil templos. Tem 500 mil fiéis em Angola. Os religiosos angolanos declararam ruptura com a gestão brasileira. É um movimento sem precedentes, que começou em novembro de 2019, com a divulgação de um manifesto com críticas à direção brasileira da igreja. O controle da Universal em Angola será assumido agora, segundo o grupo rebelado, pelo bispo Valente Bezerra Luiz, então vice-presidente da igreja

Pesquisador explica o conceito de guerra cultural do bolsonarismo e faz citação aos evangélicos

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O êxito do bolsonarismo, com sua paixão mobilizadora nas redes sociais e nas ruas, invibiliza o governo Jair Bolsonaro, diagnostica o professor  João Cezar de Castro Rocha , pesquisador da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Apoiadora segura pintura com o rosto do presidente Jair Bolsonaro em manifestação em Brasília Foto: Adriano Machado / Reuters Titular de Literatura Comparada na instituição, ele aponta o paradoxo do discurso bolsonarista no livro "Guerra cultural e retórica do ódio (Crônicas do Brasil)", que lançará em julho. Destaca a necessidade dos seguidores do presidente (e dele próprio) de ter, o tempo todo, inimigos a combater, um fator que, prevê, levará a administração ao colapso. Isso estaria evidente no combate à covid-19, avalia, e já desgasta o presidente, por colocar a população diante de fatos concretos, como doença e óbitos em massa. "Com a presença de uma peste, nós, seres humanos, temos um encontro marcado com aquilo