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Mostrando postagens de Agosto 16, 2020

O novo modo de viver?

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  Em meio uma pandemia, as pessoas vivem falando do “novo”. Porém, acho que devemos refletir sobre o velho. Como assim? As pessoas estavam vivendo em uma rotina de correria, de trabalho, de estudo, de um modo freneticamente, “não tenho tempo”, “vida com família é algo de se ver para tirar fotos”, “ter uma refeição em casa é algo de luxo para poucos”. Assim, estávamos nesta vida, vivendo nestes padrões, e pensando que estivéssemos corretos diante da sociedade, da comunidade em que estamos inseridos. Era comum para maioria de nós, sair cedo para o trabalho e só chegar no final da tarde ou até mesmo já noite. A criança, também teve uma rotina sobrecarregada, ida e vindas para aulas, seja usando transporte escolar ou não.   Esteve ansioso por algum motivo, sentiu tristeza ou até mesmo alegria de algo, porém você, pai, mãe não via. A criança estava sendo acompanhado por outro, seja uma professora, ou moço da van escolar e até mesmo um desconhecido para você. A pandemia chegou, e “ tudo

Será que Jesus concordaria quando falamos em nome de Deus?

  Pedofilia, estupro, assassinato, revelam alguns pontos de como a ser humano caiu. Teologiamente, isso é a "Queda". Mas mesmo com a queda ainda sobrou alguns resquícios do "Imago Dei" (imagem de Deus) no homem. Isso é visto nos que praticam a bondade, amor, misericórdia, justiça. Jesus é chamado de segundo Adão, não é a toa. Ele demonstrou aqui na terra, como seria o homem vivendo sem pecado, vivendo a vontade de Deus. Depois de 400 anos do chamado "silêncio profético", a religião havia dado um jeito de interpretar Deus, através de sua interpretação do Velho Testamento (a Bíblia disponível nos dias de Cristo) e dos ensino dos rabinos. Com isso pensavam que podiam falar em nome de Deus. O que a gente vê ao ler Mateus, Marcos, Lucas e João é que constantemente Jesus repreendia os escribas, fariseus, saduceus, herodianos e dizia que eles estavam não estavam falando em nome de Deus, mas sim em nome de seus caprichos, vontades, ódios, desejo de matar, olhos ad

Cineasta cristã iraniana ganha prêmio ao retratar a falta de liberdade religiosa em seu país

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  Maral Karaee, 38, ganhou o grande prêmio de melhor curta de animação Karaee atualmente mora no Canadá, onde produziu a maior parte da animação de 3 minutos intitulada “Distrito 18” enquanto estava no confinamento do coronavírus. A história é sobre uma jovem que vive em uma sociedade intolerante onde pessoas de diferentes origens e crenças (representadas por cores) não têm permissão para interagir. Em seu desejo de ver mudanças, ela descobre um mundo chamado ‘Distrito 18’, onde os direitos humanos e a liberdade religiosa são celebrados. O título faz referência ao Artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos. As inscrições para o concurso foram para abordar este tópico e como a sociedade floresce onde há liberdade de pensamento, consciência e religião. Karaee disse que tinha seu país natal, o Irã, em mente ao fazer o filme, embora tenha dito que há muitos outros lugares no Oriente Médio que enfrentam as mesmas limitações de direitos. A produtora de cinema se tornou cristã qua