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Mostrando postagens de Setembro 9, 2012

Subsídio para EBD - As dores do abandono

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O termo “abandono” deriva-se do hebraico ‘azabh e do grego enkataleypo, deixar, retirar, deixar de mão, deixar para trás em algum lugar. O abandono é uma realidade da qual nenhum filho de Deus está isento de vivenciar. O Abandono dos Amigos Procura vir ter comigo depressa. Porque Demas me desamparou, amando o presente século, e foi para Tessalônica; Crescente, para a Galácia, Tito, para a Dalmácia. Só Lucas está comigo. Toma Marcos e traze-o contigo, porque me é muito útil para o ministério. Também enviei Tíquico a Éfeso. Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, e os livros, principalmente os pergaminhos. (2 Tm 4.9-13) São várias as causas dos amigos nos abandonarem. Dentre elas podemos citar: - Quando somos objetos de perseguição ou rejeição por nossa postura contrária aos padrões que não se conformam com a Palavra. O medo de comprometimento, do sofrimento, da retaliação e de coisas semelhantes faz com eles queiram distancia, e até fazem d

Voto consciente: exercício de democracia e espiritualidade

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Novas eleições se aproximam e a gente se surpreende, mais uma vez, com a prática dos chamados votos de cabresto. Sob novas modalidades, claro. Mas não era para haver surpresas, dado que já é uma prática antiga. Tão antiga quanto a democracia. Então, por que a ideia de se cultivar “currais” eleitorais e a compra de votos persiste numa sociedade que quer ser livre e autônoma? Aristóteles, um dos pensadores que formulou o princípio da liberdade política, na qual a democracia tem sua base, entendeu que isso envolve um tipo de saber que nos ajuda a agir visando a felicidade e o bem comum. Ele argumentou que todo o regime político comporta desvios. Os regimes que ele conhecia em sua época eram: a monarquia, a aristocracia e a politeia. Os desvios correspondentes a esses regimes eram: a tirania, a oligarquia e a democracia, sendo este último como “ a pior das formas boas, mas a melhor entre as variedades más”. Norberto Bobbio, um dos críticos contemporâneos da democracia, afirmou no li

Pastores políticos. O que você acha?

O jornal Estado de São Paulo, trouxe durante recentemente algumas matérias relacionados a postura de algumas igrejas nessas eleições. Um Tempo da igreja Universal virou comitê de um candidato a prefeito em São Paulo. a Assembleia de Deus Ministério Santo Amaro, braço independente de convenções nacionais, estabeleceu uma meta clara aos seus pastores: ganhar 100 votos para o candidato o mesmo candidato apoiado pela Universal. Sei que a postura dessas duas igrejas não é um fato isolado no país, infelizmente. Pelo Brasil afora, os exemplos são vários envolvendo diversas denominações evangélicas. Pensando sobre o uso escandaloso das igrejas na política, me lembrei de um texto escrito em 08 de julho de 2004, portanto há 8 anos atrás, mas nem por isso, deixa de ser tão atual no momento em que vivimos. Nele há sérias denúncias de coisas que já estavam acontecendo nos bastidores da política eclesiástica brasileira. Uma pessoa faz uma pergunta e o Pr. Caio Fábio responde em seu site. O Caio