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Mostrando postagens de Outubro 16, 2016

Meu Pentecostalismo Revisitado

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Minha primeira tentativa de explicação é que o poder pentecostal comportou-se como uma habilitação para o desempenho de tarefas tão somente. Gente com poder faz mais e melhor. A conclusão óbvia foi que apenas os que recebessem tal virtude, o Batismo com o Espírito Santo, sinalizado primeira e necessariamente com a fala prodigiosa de línguas estranhas, teriam legitimidade para o exercício ministerial. Receber “poder” transformou-se em ter “poder”, legitimidade de mando e prestígio diante dos demais. Uma vez falando em línguas, o próximo passo era ser diácono. Vi tanto crente devoto e talentoso amargar o desprestígio diante da igreja! Vi tantos irmãos sinceros impedidos de desenvolverem ministérios na igreja porque não falavam em línguas! Também vi tanta gente de conduta questionável exercendo o mando apenas porque um dia falou em línguas estranhas! As disputas de poder, busca de títulos, hierarquização dos ministérios são características fortes e inegáveis dos ambientes pentecosta

O batismo no Espírito Santo em debate - Não está na hora de rever alguns conceitos?

A última edição do Jornal "Mensageiro da Paz" do mês de outubro, trouxe dois artigos que serão comentados mais detalhadamente essa semana no meu blog. Os temas dos artigos são: Teologia "pentecostal reformada?" e O batismo no Espírito Santo e o Ide de Jesus, os autores dos mesmos são respectivamente Pastores José Gonçalves e Claudionor de Andrade. O que eu posso adiantar sobre a postagem é que minha posição que poderá surpreender muita gente. Ambos são escritores e comentaria s das revistas de EBD pela CPAD. Eu acredito que já passou da hora de serem revistos alguns conceitos dentro do pentecostalismo e principalmente dentro da AD no Brasil. Uma análise séria, centrada na Bíblia mesmo e não apenas sendo mero repetidores do que outros falaram ou escreveram. A questão central é sobre o batismo no/com Espírito Santo. Ele é sinônimo de regeneração ou é uma segunda benção após a salvação? Falar em línguas é apenas um dom, ou além disso, existe também as línguas com