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Mostrando postagens de Setembro 15, 2013

Subsídio para EBD - A reciprocidade do amor cristão

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  No texto de Filipenses 4:10-13, há profundas verdades que devem nortear a vida cristã.   O CONTENTAMENTO O contentamento é algo a ser aprendido, pois a natureza humana é tendenciosa a um estado constante de insatisfação. O verbo grego emathon (aprendi), que no presente texto se encontra no modo indicativo, no tempo aoristo e na voz ativa, fala-nos de algo experienciado pelo apóstolo em algum momento no passado, para não mais ser esquecido ou deixado de ser praticado no presente e no futuro.   O termo grego traduzido por contentamento é autárkes, que significa satisfação que independe das circunstâncias exteriores, uma auto-suficiência interior.   Viver neste nível é algo pertinente ao cristão que amadureceu com as experiências da vida. É na “escola da vida” que o contentamento é aprendido e vivido, de uma forma que a “gangorra da vida” não nos causa maiores surpresas.   A vida se parece com uma gangorra. Uma hora você está por cima, outra hora está por baixo.

Arrebatamento da igreja vira série no canal de TV HBO - Escatologia para vida ou filme de terror?

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O trabalho de   Damon Lindelof   sempre gera opiniões fervorosas e antagonísticas – é só dar uma olhada nas discussões sobre   Prometheus , por exemplo. Na área de séries, ele fez sua fama e ganhou um grupo enorme de haters sendo o showrunner de   Lost . A série da HBO terá 10 episódios e é uma adaptação do best-seller de Tom Perrotta com nome homônimo. Eis o cenário: o Arrebatamento realmente aconteceu e várias pessoas sumiram da face da Terra. Mas o que acontece com as pessoas que ficaram pra trás? Justin Theroux (o cara que casou com a Jennifer Aniston) será um chefe de polícia que tenta manter algum senso de normalidade num mundo que está começando a rejeitar esse conceito. Liv Tyler faz sua estreia na televisão como Meg, uma mulher prestes a se casar que precisa fugir quando vira alvo de um culto enigmático. Christopher Eccleston ( Doctor Who   :D) e Amy Brenneman ( Private Practice ) também estão no elenco, mas não há informações sobre seus personagens. Stephen King escreveu

Paulo Brabo fala sobre os sinais da segunda reforma: a fenda crescente do Novo Testamento

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O cristianismo institucional está longe de desconhecer a ruptura. Na verdade, as rupturas existem precisamente porque o cristianismo institucional escolhe definir-se por elas; decide vez após outra que o modo de explicar ao mundo quem realmente é deve ser sua separação formal daquilo com que afirma não poder concordar. Esse forte desejo pela distinção, esse anseio por não ser contado equivocadamente entre os errados, inspirou tanto a divisão entre Igreja ocidental e Igreja oriental no século XI quanto a  Reforma Protestante do século XVI . Essas duas grandes rupturas são mais exemplares do que únicas: antes da Reforma as divisões dentro da Igreja não eram coisa desconhecida; no universo protestante deslanchado pela Reforma tornaram-se a regra. As facções protestantes e evangélicas, sempre mais numerosas porque mais fragmentadas, existem porque acham coisa fundamental explicar e anunciar ao mundo o que as distingue de todas as outras. O que as une, talvez, é entender que seu a