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Mostrando postagens de Junho 22, 2014

Subsídio para EBD - A multiforme sabedoria de Deus

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Os dons espirituais e ministeriais são dados à igreja com vistas à edificação dos santos. Para tanto, conforme estudaremos na aula de hoje, devem ser utilizados como graça, não como merecimento. A partir desse fundamento, ninguém se colocará sobre os demais na igreja, reconhecendo que somos um, em Cristo. O alicerça do uso apropriado dos dons espirituais é o amor-agape, sem o eles não passarão de metal que soa ou címbalo que retine (I Co. 13.1).   MULTIFORMIDADE DOS DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS Os dons do Espírito são dádivas de Deus, distribuídos para a igreja como LHE apraz, com vistas à edificação do Corpo de Cristo (I Co. 12.7; 14.4,12). Há um problema quando o cristão pensa ser proprietário de determinado dom. Isso porque os dons pertencem ao corpo de Cristo, à coletividade, para a unidade dos membros (I Co. 12.14-30). Cada dom é importante quando percebido na totalidade, e se algum deles, como o de profecia, é considerado melhor, é justamente pela funcionalidade, a po

Caio Fábio diz que "a maior eclosão de compulsão gay está no movimento evangélico", em entrevista a Danilo Gentili

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 Danilo Gentili entrevistou no “The Noite” (SBT) desta segunda-feira (23) o ex-ministro presbiteriano Caio Fábio, hoje líder do Movimento Caminho da Graça. Polêmico e altamente “sincericida”, Caio Fábio não deixou pedra sobre pedra em suas afirmações sobre o que viu durante a sua longa trajetória em mais de trinta anos de ministério. A entrevista foi longa. Aqui apenas alguns flashes para quem perdeu. “Eu achava que a comunidade evangélica era alienada como era, era massa de manobra como era porque faltava instrução. Então passei 33 anos ensinando, dos luteranos aos neopentecostais. Criamos até a Associação Evangélica Brasileira pra ver se dava parâmetros de saúde mental para o pessoal, mas descobri que ninguém queria isso”, afirmou Caio Fábio. “Isso desmonta o circo, a estrutura, a exploração”, continuou o ex-pastor, “instrução ajuda o povo a andar com as próprias pernas. Instrução liberta, tira as dependências desses gurus tiranos sobre a cabeça das pessoas, e isso eles n

Diaconisas e pastoras - a questão do ministério feminino na AD

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"O ministério feminino dentro das Assembleias de Deus no Brasil sempre foi um assunto polêmico. Marcou a primeira Convenção Geral da denominação em 1930, e continuou a ser motivo de debates em outras reuniões da liderança nacional, principalmente em 1983 e 2001. Na primeira CGADB em 1930, com a presença de Frida Vingren, a atuação feminina foi aceita, mas com limitações bem específicas. As mulheres poderiam testemunhar, porém só em casos de exceção poderiam realmente atuar como ensinadoras e pregadoras. Essa decisão, foi frontalmente contrária a atuação da senhora Vingren, a qual muito se destacava na liderança da AD no Rio de Janeiro. Frida foi a principal mulher naquele período a ameaçar a supremacia masculina no ministério, porém não foi a única. Segundo a própria historiografia oficial, outras senhoras participaram ativamente do início da obra pentecostal no país. Isael de Araújo, em seu Dicionário do Movimento Pentecostal cita várias jovens e senhoras que parti