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Mostrando postagens de Setembro 23, 2018

Meu posicionamento nas eleições de 2018 - Pr. Ricardo Gondim

Todo líder religioso tem o dever de se antecipar à história antes que algum desastre aconteça. No jargão da teologia, isso se chama “ser profético” – já que profecia é um diagnóstico dos rumos que os eventos podem, ou não, tomar. Portanto, se um pastor falha em avisar sobre o futuro, ele fracassa em sua vocação. Por outro lado, por lidar com diversidade de pensamentos e com pessoas de diferentes perfis, o líder religioso deve proibir a si mesmo de querer influenciar os votos de sua comunidade. Ele, ou ela, não pode usar de suas prerrogativas para tentar gerar em seu auditório “comportamento de manada”. É sua obrigação jamais manipular com medo, falsos inimigos; e nunca identificar os que pensam diferente como aliados do Diabo. Dito isso, a partir desses dois parágrafos, sinto pesar sobre os ombros o imperativo de prever: o que vem por aí se mostra tenebroso caso Bolsonaro prevaleça. Se não me compete afirmar em quem votar, aceito como mandamento aconselhar em  quem não votar : #el

Evangélicos publicam carta contra o uso do nome de Deus em campanhas eleitorais Texto se opõe ao nome da coligação de Jair Bolsonaro chamada "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos"

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Carta Pastoral à Nação Brasileira foi elaborada por 88 religiosos e já conta com 2.520 assinaturas. Publicado em 24/09/2018. Magno Malta e Silas Malafaia declaram apoio ao presidenciável de extrema-direita Jair Bolsonaro. Pastores, pastoras e líderes evangélicos e cristãos de diferentes igrejas lançaram, neste mês a  Carta Pastoral à Nação Brasileira , contra e extremismos e violências do conturbado momento eleitoral do país. A Carta Pastoral, que está disponível na internet para assinatura, é uma reação ao apoio de líderes evangélicos ao presidenciável de extrema-direita Jair Bolsonaro (PSL), ao “voto de cabresto” e à instrumentalização da fé cristã para uso político. A Carta contém 12 tópicos, que tratam de vários temas, como o repúdio a todo tipo de preconceito, violência e uso de Deus para fins políticos partidários, defesa dos menos favorecidos e da diversidade, além de lembrar aos cristãos o perdão, o amor e a esperança. Foi elaborada por 88 religiosos e já conta com 2.