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Mostrando postagens de Março 13, 2016

Que país é esse?

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Que país é esse, foi o título de uma música do conjunto Legião Urbana no final dos anos 80. Eu como todo cidadão brasileiro estamos assistindo diariamente a cena política do nosso país e todo dia é tanta reviravolta que alguém até comparou com as reviravoltas do famoso seriado político norte-americano House of Cards. “Nunca antes nesse país”, é um frase que ficou famosa na boca do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, que aplicada ao atual momento é bem oportuna. Afinal de contas, nunca antes nesse país se viu: - Banqueiro sendo preso; - Empresários bilionários; - Um juiz federal de 1ª instância tendo tanto protagonismo na cena política a ponto de ser considerado hoje o inimigo nº 1 de políticos e empresários bem graúdos; - Depois de anos e por que não dizer décadas de doutrinação da esquerda, a direita ressurge, até aí tudo bem, ter duas linhas opostas ideológicas debatendo idéias, o problema é que ela está vindo carregando um viés perigoso de extrema-direita;

Análise: Lula dará oxigênio para Dilma e não deve ser subestimado

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Receita: fisiologia na política e heterodoxia na economia O ex-presidente Lula na sacada de seu apartamento, em São Bernardo O ímpeto de todos que acompanham a vida política em Brasília é torcer o nariz para a nomeação de Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil. Sob vários aspectos, parece ser um despautério que a presidente Dilma Rousseff esteja cedendo a cadeira para o antecessor em meio a uma grande crise política –que coloca a administração petista em fase quase terminal. É tentador dizer que “acabou o governo Dilma e Lula começa seu 3º mandato”. Tudo isso é verdade. Mas e daí? A pergunta que todos tentam responder é: Dilma (ou o que restou do governo dela) ganhará oxigênio para ficar na cadeira até dezembro de 2018? É necessário ter frieza para ponderar sobre o que se passa e quais podem ser os cenários possíveis com Lula mandando e desmandando dentro do Palácio do Planalto. CENÁRIO DA OPOSIÇÃO Um tucano ou qualquer outro opositor de Dilma Rous

Igrejas aceitavam dízimos de traficantes, diz pesquisadora

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Christina Vital da Cunha, pesquisadora e professora adjunta do Departamento de Sociologia na Universidade Federal Fluminense (UFF), lançou um livro sobre o crescimento das igrejas evangélicas nas periferias do Rio. No livro “Oração de Traficante” ela conta como as igrejas evangélicas conseguiram conquistar os moradores da periferia do Rio de Janeiro, às associações de moradores e até mesmo o tráfico de drogas. A obra foi sua tese de doutorado, um documento de pesquisa financiada e publicada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). Nele Christina conta que há algumas igrejas que se opões à conversão de criminosos e outras que aceitam que traficantes participem da religião, sendo que algumas delas até recebem dinheiro desses criminosos para realizar eventos religiosos nas comunidades. “Havia evangélicos que negavam [rejeitavam] essa proximidade com o tráfico, dizendo que [os traficantes] poluíam moralmente os ‘verdadeiros evangélicos’. No termo

O Milênio e o Juízo Final - Apocalipse 20, e suas dificuldades de interpretação

1. Este é o capítulo mais polêmico do livro de Apocalipse. Não há consenso entre os crentes sobre sua interpretação. Os premilenistas crêem que o milênio relatado no capítulo sucede cronologicamente à segunda vinda de Cristo, descrita no capítulo 19. Os amilenistas crêem que o capítulo 20 é o início de outra seção paralela e não sucessão cronológica do capítulo 19. 2. Apocalipse 19:19-21 nos leva ao final da história, ao dia do juízo. Apocalipse 20 retorna ao começo da dispensação atual. Assim, a conexão entre os capítulos 19 e 20 é semelhante à conexão dos capítulos 11 e 12. Apocalipse 11:18 anuncia o dia do juízo e Apocalipse 12:5 descreve o nascimento, ascensão e coroação de Cristo. 3. Assim, o milênio antecede a segunda vinda de Cristo e não sucede a ela. O capítulo 12 introduz os cinco inimigos da igreja: o dragão, a besta, o falso profeta, a meretriz e os selados da besta. Todos caem juntos. Apenas as cenas são descritas em telas diferentes. 4. A interpretação de um