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Mostrando postagens de Janeiro 4, 2009

REFLETINDO SOBRE A GRAÇA

Esses dias ministrei em uma igreja, uma palavra sobre Jó e José do Egito. Depois fiquei fazendo comigo mesmo algumas reflexões, que eu quero compartilhar com todos neste blog. Nestes dias de "teologias de prosperidade", o Livro de Jó, não é muito compreendido dos cristãos. Jó tornou-se um personagem desinteressante no meio do circo cristão das teologias do sucesso. Sua profundidade, ofende a irreflexão daqueles que acham que tudo se resolve com palavras de ordem fortes, ditas em nome de Deus; e especialmente, insulta e afasta os supersticiosos que vêm o pecado-pessoal-comportamental-moral, como sendo sempre a causa-efeito de todos os sofrimentos inexplicavéis. Assim, a não compreensão da mensagem de Jó, faz as pessoas fugirem dele e do realismo que ele traz à Graça de Deus na dor da vida. Para muitos, parece que "dá azar" ler o Livro de Jó. Quem é cristão e pensa assim, está como que inconscientemente, apostatando da fé em Jesus e optando pelo hinduísmo ou por qualq

O CONFLITO NA FAIXA DE GAZA E A TEOLOGIA DA DESTRUIÇÃO

O conflito entre palestinos e israelenses entrou de novo em erupção, cuspindo fogo e sangue nos dois lados do muro, principalmente no lado mais fraco militarmente, o palestino. O choque atual era tão previsível quanto inevitável. Após quase 40 anos sob a opressiva ocupação israelense e a corrupta e ineficiente liderança de Arafat, os desesperados palestinos de Gaza entregaram seu destino a Deus, ou melhor, ao grupo local que diz falar em nome dele, o Hamas. E o suposto representante de Deus cobra sangue e morte. Quer transformar (e o faz nestes dias com grande sucesso) todo palestino em mártir na luta para libertar a Terra Santa dos infiéis. O grupo palestino segue seu irmão mais velho e poderoso, o Hizbollah, que adotou agenda que interessa mais a seus patronos no Irã e na Síria que a seus conterrâneos e transformou os libaneses em mártires sem consultá-los ao atacar Israel e depois vender o conflito como uma vitória grandiosa e divina apesar de o Líbano que alega defender ter