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Mostrando postagens de Março 22, 2015

Pr. Samuel Câmara fala sobre a crise política no país e as próximas eleições da CGADB: “Não estou longe”.

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Palmas recebeu na última quinta-feira (19), diversas lideranças nacionais assembleianas que vieram prestigiar o aniversário do pastor Jediel Lima, presidente da AD3, igreja localizada na região sul da capital, e Conselheiro Fiscal da CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil). Foto: JM Notícia/Maciel Martins Pastor Samuel Câmara fala ao JM Notícia sobre a CGADB e qual sua posição atual sobre as próximas eleições em 2017. Na ocasião estava presente também o pastor Samuel Câmara, Presidente da Assembleia de Deus Belém do Pará – Igreja Mãe. Câmara é atualmente considerado uma das maiores lideranças assembleianas do país e forte candidato para disputar as eleições da CGADB em 2017. Na última eleição, pastor Samuel Câmara concorreu pela terceira vez, o comando da CGADB, obtendo nas urnas 7407 (46%), contra 9003 votos (54%) do pastor José Wellington. Pr. Samuel falou sobre o destaque do pastor Jediel Lima no meio assembleiano nacional, a postura da Igreja

Subsídio para EBD - A Igreja e a Lei de Deus

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Se você ler Colossenses, Gálatas e Hebreus não terá dúvidas quanto ao fato de que tais coisas passaram, já começaram prontas para acabar, (Heb 8:6,7,13). Até os profetas do V.T. já tinham insights disso. A Lei hoje só existe para regulamentar relações sociais, mas não tem nenhum valor aos olhos de Deus se não se fizer acompanhar de fé. O mundo acabou em Cristo. O mundo, a Lei, a circuncisão, os cerimonialismo, os sábados, as luas novas, as festas, os sacerdócios, os levitas, (Gálatas 3:19,22,24,25,26). Tudo isso acabou como era ANTES. AGORA, cada uma dessas coisas tem outro significado, e nenhum deles é Legal. AGORA, somos chamados a ter uma outra justiça; a justiça que vem da fé em Jesus, e que excede em muito a justiça dos fariseus e dos interpretes da Lei — os de ANTES e os de HOJE. Cada uma dessas coisas tem agora outro valor. O mundo é nosso—exceto aquele que jaz no maligno, que em geral a “igreja” não chama de mundo, mas de sucesso, honra e poder. A Lei morreu na Cr