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Mostrando postagens de Junho 16, 2013

O Brasil está acordando, mas a "igreja" vai ficar dormindo?

Oramos pela paz, marchamos para Jesus em longas marchas, lutamos e nos posicionamos quando o assunto é de cunho ético como questões que envolve temas como aborto, homossexualidade, eutanásia, ou algo que venha ameaçar a nossa liberdade de culto, mas parece que não nos preocupamos com questões sociais que envolve saúde, educação, trasport e publico, segurança, moradia, emprego, etc, ou seja, questões que envolve a vida dos crentes/cristãos como cidadãos fora dos templos. Sera que estamos com medo de que este movimento respingue na igreja também? Que o povo acorde para algumas questões que envolvem administração dos recursos arrecadados com dízimos e ofertas? Questionariam o enriquecimento ilícito de um pequenos grupo de mega-pastores que vive muito alem do padrão de bem estar e prosperidade a que tem direito todo servo de Deus que vive em função da sua obra? Questionariam os ensinamentos que dizem ser bíblicos, mas que não passam de dogmas denominacional que ao invés de libertar opr

O protesto das ruas e a política tradicional

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  Os milhares de manifestantes que marcharam ontem nas ruas de grandes metrópoles estão divorciados dos grandes partidos políticos. Nenhuma legenda conseguiu ainda capitalizar a seu favor os protestos. Por essa razão, torna-se imprevisível o desfecho do movimento. Pode resultar em algumas mudanças ou dar em nada.   Até o início da noite de ontem, apesar da invasão da cobertura do prédio do Congresso Nacional, o nível de violência havia caído em relação aos dias anteriores. É um sinal de que talvez novos líderes estejam surgindo e exercendo influência. Esse é o primeiro passo para que um movimento espontâneo se torne orgânico.   Só que até agora não há vasos comunicantes com o establishment da política. Dos quatro principais pré-candidatos a presidente em 2014, três são de agremiações tradicionais --Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). A última vez que estiveram a favor de um ato público de alguma magnitude foi em 1992, contra o então presidente F