Postagens

Mostrando postagens de Setembro 24, 2017

STF decide que escola pública pode promover crença específica em aula de religião

Imagem
O  Supremo Tribunal Federal  determinou, nesta quarta-feira, que um Estado laico como o Brasil é compatível com um ensino religioso confessional, vinculado a uma ou várias religiões específicas, nas escolas públicas. O STF, por 6 votos a 5, contraria assim a Ação Direta de Inconstitucionalidade da Procuradoria Geral da República, que cobrava  que o ensino público religioso fosse sempre de natureza não confessional e facultativo,  sem predomínio de nenhuma religião, como já estabelece a Constituição.  Esse modelo, segundo a ação, “consiste na exposição das doutrinas, das práticas, da história e de dimensões sociais das diferentes religiões – bem como de posições não-religiosas, como o ateísmo e o agnosticismo, sem qualquer tomada de partido por parte dos educadores”.  A  PGR  também pregava na sua ação pela proibição da admissão de professores que atuem como representantes de confissões religiosas. MAIS INFORMAÇÕES 'Religião não se ensina, como também não o amor

A Igreja Católica está acima da Bíblia? Cinco sofismas papistas refutados!

Imagem
Nas últimas semanas voltou à tona uma velha discussão sobre quem detém a autoridade suprema – se é a Bíblia, ou se é a Igreja. Lógico que quem propõe o argumento de que é a Igreja são os papistas, querendo dizer, é claro, a Igreja deles, ou seja, a Igreja Católica Romana. Tudo começou quando um padre relativamente desconhecido começou a espalhar asneiras de que a Igreja Romana tem autoridade acima da Bíblia, e ganhou mais popularidade depois que o Malafaia lhe deu uma resposta em seu canal no YouTube ( veja aqui ). Depois disso, as redes sociais foram inflamadas por um verdadeiro festival de ataques romanistas contra a autoridade da Bíblia “refutando” Malafaia, com até o padre Paulo Ricardo (aquele mesmo do "evangélicos são otários" por irem direto a Deus) gravando vídeos em que repete todos aqueles mesmos argumentos bobinhos, velhos, ultrapassados e já refutados de sempre. Aqui eu não vou me aprofundar na questão mais do que o necessário, pelo simples fato de que i