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Mostrando postagens de Junho 28, 2015

Entrevista com o Pr. Juber sobre temas polêmicos

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Concedi a entrevista abaixo baixo a um blog, há quase cinco anos atrás em 2010. Um ano depois o STF reconheceu as uniões civis homoafetivas, houve o centenário da igreja Assembleia de Deus, Silas havia acabado de declarar seu desligamento da CGADB e o Marco Feliciano ainda não era deputado federal. Vou postá-la novamente porque não mudei meu posicionamento sobre esses temas. Entrevista: 1- A denominação histórica Assembléia de Deus está prestes a completar 100 anos. Sabemos o quão é importante a AD na história da pregação evangélica no Brasil. Falando em termos gerais, Como você analisa o atual quadro desta importante denominação? Há muito o que festejar ou existe questões preocupantes no tocante à ética? RESPOSTA:Sou membro da Assembléia de Deus desde 1981, sou pastor da mesma desde 2002 . Nesses quase trinta anos, já vi muita coisa mudar, seja para melhor ou pior. Para melhor, vejo hoje, uma flexibilização maior nos chamados usos e costumes, atenuando a questão do legal

Subsídio para EBD - Uma mensagem à igreja local e à liderança

As Epístolas de Paulo a Timóteo (I e II) e Tito são conhecidas como Epístolas Pastorais desde o século XVIII, por orientarem o pastoreio das igrejas. Ao longo deste trimestre estudaremos essas epístolas, extraindo princípios para o ministério cristão. Na aula de hoje apresentaremos uma panorâmica dessas epístolas, ressaltando o conteúdo, estrutura, conceitos-chave e ênfases teológicas.   I TIMÓTEO A I Epístola de Paulo a Timóteo apresenta orientações para a vida eclesiástica, nesta o Apóstolo exorta em relação ao ensino correto, delega missões aos crentes, estabelece princípios para a organização da igreja, destacando critérios para a escolha dos presbíteros e diáconos. Em seguida, exorta quanto ao tratamento dos idosos e viúvas na igreja, além de admoestar quanto ao perigo das riquezas. Um dos versículos-chave dessa Epístola se encontra em I Tm. 1.15: “Fiel é a palavra e digna de toda aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o p

Entenda as diferenças entre o casamento gay dos EUA e o do Brasil

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A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu na última sexta-feira (26) derrubar os vetos de Estados contrários ao casamento gay, o que na prática legalizou a união entre pessoas do mesmo sexo para todo o território americano. O fato tem paralelo no Judiciário brasileiro, que já havia tomado decisão semelhante há quatro anos. A maior autoridade jurídica americana julgou nesta semana o caso "Obergefell vs. Hodges", no qual James Obergefell processou o Estado de Ohio (representado pelo político Richard Hodges) pedindo reconhecimento como viúvo de seu falecido parceiro, John Arthur. A decisão deve abrir precedente para todos os casais homossexuais do país oficializarem suas uniões, apesar da resistência de alguns Estados conservadores. No Brasil, o casamento gay ocorre na prática desde 2011, quando o STF (Supremo Tribunal Federal) reconheceu a equiparação da união homossexual à heterossexual . Dois anos depois, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) decidiu que os cartórios