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Mostrando postagens de Janeiro 13, 2013

Quem são os pastores mais ricos do Brasil?

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Mesmo sendo um país predominantemente católico, são 64,6% da população, o número de evangélicos está em crescimento e já soma 22,2% dos brasileiros, ante os 15,4% de uma década atrás. Novo ranking FORBES traz as fortunas dos cinco pastores mais ricos do Brasil. A lista foi estimada segundo dados do Ministério Público e da Polícia Federal, assim como em reportagens publicadas na imprensa nacional. 1º) Edir Macedo Igreja Universal do Reino de Deus Fortuna: US$ 950 milhões 2º) Valdemiro Santiago Igreja Mundial do Poder de Deus Fortuna: US$ 220 milhões 3º) Silas Malafaia Assembleia de Deus Fortuna: US$ 150 milhões 4º) R.R. Soares Igreja Internacional da Graça de Deus Fortuna: US$ 125 milhões 5º) Estevam Hernandes Filho e Sonia Hernandes Igreja Renascer em Cristo Fortuna: US$ 65 milhões Clique aqui para ler a matéria na íntegra (em inglês) Fonte: Anderson Antunes, na Forbes Brasil Via Pavablog. Meu Comentário: Na postagem anterior q

Pastor é profissão? A revista Veja São Paulo diz que sim

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A Veja São Paulo publicou neste final de semana a edição 2304, de 16 de Jan de 2013, a matéria de capa " Profissão: Pastor ". A chamada da matéria diz: Acompanhamos um curso de formação de mão de obra evangélica Em troca de dedicação integral, quem segue carreira pode ganhar um salário de até R$ 22.000 por mês A reportagem foi feita durante a Escola de Líderes da Associação Vitória em Cristo (Eslavec), presidida pelo Pr. Silas Malafaia. Durante quatro dias milhares de pessoas ouviram ministrações referente a formação de um líder espiritual. A mesma revista ainda citou que na Assembleia de Deus Vitória em Cristo, os pastores recebem entre R$ 4 mil e R$ 22 mil, além de benefícios como moradia e escola para crianças. Que impressão se tem ao ler uma chamada como esta? O pastor presbiteriano Mauro Meister do blog "O Tempora, o Mores", responde: "Que ser pastor, não importa onde, é um negócio, e até bom, afinal, são poucos os ganham s

China e União Soviética: notícias de crimes contra a humanidade

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Durante décadas, a União Soviética escondeu seus horrores atrás da Cortina de Ferro. O mais trágico foi a fome provocada por Joseph Stalin na Ucrânia e no sul da Rússia, como resultado do seu programa de coletivização rural forçada, que matou de 7 milhões a 10 milhões de pessoas em 1932 e 1933. Terras, propriedades, gado, até mesmo casas foram requisitadas, enquanto os camponeses se tornavam funcionários públicos obrigados a produzir cotas de trigo cada vez maiores. Os que resistiam ou tentavam esconder alimentos eram deportados para um gulag ou executados. Regiões inteiras do interior da Ucrânia tornaram-se zonas de morte. Milhões de pessoas pereceram. Entretanto, Stalin conseguiu que se fizesse um silêncio total sobre a fome, enviando os que murmuravam uma palavra para os campos de trabalho forçado na longínqua Sibéria. Os dados do censo, que deveriam ter mostrado um enorme pico das taxas de mortalidade, foram ocultados durante meio século. Mas, mesmo antes do co